segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Era uma vez um sexo frágil

Este tema é o 4º capítulo do livro. È um capitulo muito interessante e cheio de conquistas. Com o seu principal assunto sobre discursos e reclamações que as mulheres deram a partir do século 18 para ter direitos iguais ao dos homens.
O capítulo começa dando exemplos de uma revolução que aconteceu no final do século 18 da escritora Olympe de Gougers.Que acabou sendo guilhotinada em 1793 por ter falado que "A mulher nasce livre e permanece igual ao homem em direitos (...) Esses direitos inalienáveis e naturais são a liberdade , a propriedade, a segurança e sobretudo a resistênia à opressão". Por isso os homens à mataram, por " ter querido ser um homem de Estado e ter esquecido as virtudes próprias a seu sexo".
Outra conquista também interessante foi na Primeira Guerra mundial, quando as mulheres puderam mostrar sua força e coragem, ficando sozinhas (enquanto os homens iam para a guerra) cuidando da casa e dos seus filhos.
E sobre a última conquista importante que aconteceu na década de 1960 sobre os hippies que criticavam as intituições, como família e o modo de viver capitalista.
Além do assunto sobre a conquista da mulher o capítulo fala também sobre as pírulas anticoncepicionais, a procriação médica assistida (os casais com dificuldades de ter filhos recolhiam à inseminação artifical), a direção compartilhada (casais passam a contribuir de modo geral para a economia doméstica) e a família monoparental (família em que os filhos só vivem com a mãe ou só com o pai).
No final do capítulo o livro faz uma relembrada da vida na Antiguidade e Idade Média ( família tradicional extensa ), na Idade Moderna ( família nuclear ) e dos anos de 1960 ( a família comtemporânea ).
No geral eu adorei este capítulo, pois nele aprendi sobre as conquistas das mulheres, os metódos para não engravidar e sobre as mudanças ocorridas nas famílias de antigamente até hoje.

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