Queria dizer que depois de ler este livro aprendi o significado da famílias e quero parabenizar todas com essa música.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Agradecimentos
Queria dizer que depois de ler este livro aprendi o significado da famílias e quero parabenizar todas com essa música.
Conclusão
A minha conclusão sobre este livro é ótima, porque com ele eu aprendi o signifido de familia, com ele eu descobri coisas que eu jamais iria saber e aprendi sobre os vários tipos de famílias sobre os seus problemas e principalmente como resolver e agir diante deles. É um ótimo livro recomendo que todos leiam.
Que laços são esses?
E este é o 6º e último capítulo do livro. Ele fala principalmente sobre os problemas de famílias ( a briga de casais, crianças e mulheres espancadas, abusos sexuais, assassinatos, e gestos ainda mais brutais).Neste capítulo são citado o exemplo de pais que afroxam tanto a sua autoridade com os filhos que acabam sendo por eles dirigidos, sofrendo uma triste inversão de papéis, sobre a democracia que deve ter entre marido e mulher, e que entre pais e filhos terá que ter uma assimetria, isto é, mesmo que estejam atentos e dispostos a ouvir as reclamações e argumentos dos filhos, são os pais que decidem no final, porque crianças e adolescentes estão sob responsabilidade deles.
O capítulo quer mostrar que nas famílias de atualmente os problemas aumentaram muito, como por exemplo os jovens que começam sua vida sexual cedo, aumentando o índice de maternidade e paternidade precoces em todo o mundo. Ele nos mostra que o índice de separações aumentaram, que o consumo de objetos compráveis nunca satisfaz plenamente os desejos, porque sempre queremos mais e sobre as pessoas que examinam seus sentimentos e desejos, aspirando por realizalos, crescendo então o sentimento de individualidade (é uma figura única, diferente de qualquer outra pessoa) que pode se transformar esse sentimento de individualidade em individualismo (ênfase exagerada em nós mesmos) ou narcisismo (só pensa nele e por isso é incapaz de qualquer vínculo amoroso).
Este capítulo termina falando que "A boa família é aquela que, até quando não nos compreende, quando desaprova alguma escolha nossa, mesmo assim nos faz sentir aceitos e respeitados. E onde sempre somos queridos e onde sempre temos lugar" e que a dificuldade está na maneira como seus membros serão capazes de lidar com os conflitos e de cultivar os aspectos positivos das relações familiares, em outras palavras, a família desejada e necessária. Caberá a cada um de nós compreendê-la nas suas mudanças para garantir sua continuidade, ainda que sempre reinventada.
É um ótimo capítulo, pois aprendemos sobre os problemas familiares, como resolvê-los e como nos comportar diante deles.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Retratos de família
Os retratos de família é o 5º capítulo do livro e o mais interessante, porque ele fala de todos os tipos de família dando exemplos e explicando-os. Além de falar das várias familias que existem atualmente e sobre as famílias de antigamente, comparando as duas e vendo suas diferenças. É um capítulo onde as pessoas entrevistam outras pessos e indentificam diferentes configurações familiares. O livro começa com uma família antiga que tinha um modelo "clássico" de vivência, mostrando características de antigamente. Uma delas era que os pais eram os "comandantes" e as crianças os "soldados", porque sempre quando os pais mandavam as crianças deviam obedecer sem questionar, respeitando-os sempre, as crianças deviam chamar os pais de "senhor" ou "senhora", tratamento que também era dado aos professores ou a qualquer pessoa mais velha.
O segundo retrato são de mulheres que largam o trabalho para se dedicar à família ou acumulam as funções profissionais com as tradicionais "tarefas femininas" no lar, causando uma sobrecarga chamada dupla jornada de trabalho, esses mulheres podem sofrer com trabalho ecessivo e depressão.
O terceiro retrato são de famílias que dividem as tarefas, de acordo com seus horários e competências, para que ninguém fique sobrecarregado. São famílias onde o marido ajuda a mulher na casa, a cuidar dos filhos, etc. Este retrato fala também sobre a ampliação do Estado no atendimento á mulher mãe e profissional , sobre a licença-maternidade, etc.
O quarto retrato é sobre famílias de pouca posses. Nessas famílias os problemas são muitos, porque eles não tem muita renda, passando então necessidade. Essas famílias tem ajuda de ONGs ( organizações não-governamentais ), essas ONGs ajudam as populações carentes doando roupas e alimento, moradia e etc.
O quinto retrato é sobre casais divorciados. Ele fala sobre casais que depois de separados não constituem família e casais que já se casam depois de se divorcia. O retrato fala também sobre o grande número de mães solteiras e sobre a diminuição de pessoas nas horas de fazer as refeições e em horas da conversa.
O sexto e útimo retrato é sobre as uniões homofetivas, isto é, de pessoas do mesmo sexo. Ele fala sobre o grande preconceito ainda existente sobre este tipo de união e sobre a união estavel ( quando uniões homofetivas tipo adotam uma criança e a certidão dessa criança passa a ser registrada com o nome dos dois pais ). Este retrato mostra que o estado é laico ( não religioso ) e plural ( aberto às mais diversass orientações de pensamento, inclusive morais ).
Na minha opinião, o conteúdo deste capítulo é bom, porque com ele eu aprendi sobre paticamente todos os tipos de famílias existentes, suas características e problemas.
Era uma vez um sexo frágil
Este tema é o 4º capítulo do livro. È um capitulo muito interessante e cheio de conquistas. Com o seu principal assunto sobre discursos e reclamações que as mulheres deram a partir do século 18 para ter direitos iguais ao dos homens.O capítulo começa dando exemplos de uma revolução que aconteceu no final do século 18 da escritora Olympe de Gougers.Que acabou sendo guilhotinada em 1793 por ter falado que "A mulher nasce livre e permanece igual ao homem em direitos (...) Esses direitos inalienáveis e naturais são a liberdade , a propriedade, a segurança e sobretudo a resistênia à opressão". Por isso os homens à mataram, por " ter querido ser um homem de Estado e ter esquecido as virtudes próprias a seu sexo".
Outra conquista também interessante foi na Primeira Guerra mundial, quando as mulheres puderam mostrar sua força e coragem, ficando sozinhas (enquanto os homens iam para a guerra) cuidando da casa e dos seus filhos.
E sobre a última conquista importante que aconteceu na década de 1960 sobre os hippies que criticavam as intituições, como família e o modo de viver capitalista.
Além do assunto sobre a conquista da mulher o capítulo fala também sobre as pírulas anticoncepicionais, a procriação médica assistida (os casais com dificuldades de ter filhos recolhiam à inseminação artifical), a direção compartilhada (casais passam a contribuir de modo geral para a economia doméstica) e a família monoparental (família em que os filhos só vivem com a mãe ou só com o pai).
No final do capítulo o livro faz uma relembrada da vida na Antiguidade e Idade Média ( família tradicional extensa ), na Idade Moderna ( família nuclear ) e dos anos de 1960 ( a família comtemporânea ).
No final do capítulo o livro faz uma relembrada da vida na Antiguidade e Idade Média ( família tradicional extensa ), na Idade Moderna ( família nuclear ) e dos anos de 1960 ( a família comtemporânea ).
No geral eu adorei este capítulo, pois nele aprendi sobre as conquistas das mulheres, os metódos para não engravidar e sobre as mudanças ocorridas nas famílias de antigamente até hoje.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
A Família em Mutação
Ele conta que a família extensa continuou predominante, mas a nova tendência era o seu encolhimento até a chamada família nuclear. Ele fala também que o machismo continua, mas com menas força, pois agora existiam leis , que as mulheres conseguiram conquistar sobre os homens. A mulher já merecia maior consideraçãso e a mães já partilhava com intensidade da educação dos filhos e dos cuidados a eles dedicados.
Neste capítulo ele fala da criação da escola tradicional, onde foram fundados colégios, sobretutudo por ordens religiosas e sobre as famílias do Brasil que eram "atrasadas", porque enquanto na Europa as mulheres ja estava conquistando seus direitos, aqui no Brasil as famílias ainda eram patriarcal extensa com o comando do patriarca.
Na minha opinião eu adorei este capítulo, pois ele mostra como era as famílias aqui no Brasil e como as mulheres estavão lutando pelos seus direitos lá na Europa.
O Muno é Masculino. Até quando?
Este é o segundo capítulo do livro.Onde ele fala principalmente sobre o domínio dos homens nas famílias de atigamente.Este capítulo quer mostrar o significado da famílias nucleares ( formada pelo casal e seus filhos ), a família partriacal extensa (todos moram sobre o mesmo teto, submetidos ao poder do chefe de família, o partriarca ) e a palvra lar ( que vem da origem da palavra laleira, que é o síbolo da união da família em torno do fogo sempre aceso, que ilumina e aquece).
Ele mostra que antigamente as mulheres ao se casarem deveriam se mudar para a casa do marido, onde deviam obediência primeiro ao pai, depois ao marido e depois aos filhos homens.Os homens eram livres e as mulheres deviam ficar em casa em um espaço privado.
Naquela época o único objetivo do casamento eram ter filhos e manter o patrimônio, então resumindo antigamente o mundo era masculino.
Eu gostei deste capítulo, pois ele mostra o poder que o homem contia na família.
Por que família?
Por que família, é o primeiro capítulo do livro Viver em Família. Nele encontramos de uma forma geral todos os assuntos falados no livro.Com este livro vemos o que o livro vai falar e discutir.
O seu assunto inicial é sobre a fragilidade dos seres humanos e sua necessidade de cuidados e proteção dos seu pais para se alimentar, agasalhar, etc.
É um capítulo que conta que ninhém nasce humano, mas que se humaniza ao longo da vida. Ele nos mostra que a família sempre existiu, mas assumiu modelos diferentes, conforme a época e o lugar. Além de examinar as relações entre casais ao longo da história.
É um ótimo capítulo.
O que é família?
A família é unidade básica da sociedade formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligados por laços afetivos.A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência a partir de um ancestral comum, matrimónio ou adoção. Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante várias gerações.
A família está sempre em mudanças, querendo sempre novas relações familiares, a fim de torná-la mais positiva e madura com relacionamento desejáveis. Essas mudanças nos garante a continuidade desse laços tão importantes para os casais e para a formação dos filhos.
Viver em Família - Reiventando os Laços
O livro Viver em Família - Reiventandos os Laços é um ótimo livro onde aprendemos tudo sobre família.É um livro que explica detalhadamente o que é família, a mutação nas famílias, tipos de famílias, o tipo e o jeito da família de atualmente, como devemos nos comportar diante a nossa família, dos problemas familiares, sobre a famílias de antigamente e principalmente as mudanças que a família vem sofrendo no decorrer desses anos.
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